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  1. Jorge Loss
    24 de agosto de 2015 @ 20:11

  2. Jorge Loss
    25 de agosto de 2015 @ 04:08

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  1. Daniel Ramos II
    25 de julho de 2015 @ 05:45

    “EDUARDO ALVES DA COSTA é autor de alguns dos maiores e mais belos poemas da língua portuguesa. O fragmento de um deles, No Caminho, com Maiakóvski, sem dúvida o mais popular — transformado em bandeira contra a ditadura nos anos 70, em pôster, cartões postais, estampa de camiseta da campanha Diretas Já, mensagem massificada na Internet
    NO CAMINHO, COM MAIAKÓVSKI
    Assim como a criança
    humildemente afaga
    a imagem do herói,
    assim me aproximo de ti, Maiakósvki.
    Não importa o que me possa acontecer
    por andar ombro a ombro
    com um poeta soviético.
    Lendo teus versos,
    aprendi a ter coragem.
    Tu sabes,
    conheces melhor do que eu
    a velha história.
    Na primeira noite eles se aproximam
    e roubam uma flor
    do nosso jardim.
    E não dizemos nada.
    Na segunda noite, já não se escondem:
    pisam as flores,
    matam nosso cão,
    e não dizemos nada.
    Até que um dia,
    o mais frágil deles
    entra sozinho e nossa casa,
    rouba-nos a luz e,
    conhecendo nosso medo,
    arranca-nos a voz da garganta.
    E já não podemos dizer nada.
    Nos dias que correm
    a ninguém é dado
    repousar a cabeça
    alheia ao terror.
    Os humildes baixam a cerviz:
    e nós, que não temos pacto algum
    com os senhores do mundo,
    por temor nos calamos.
    No silêncio de meu quarto
    a ousadia me afogueia as faces
    e eu fantasio um levante;
    mas amanhã,
    diante do juiz,
    talvez meus lábios
    calem a verdade
    como um foco de germes
    capaz de me destruir.
    Olho ao redor
    e o que vejo
    e acabo por repetir
    são mentiras.
    Mal sabe a criança dizer mãe
    e a propaganda lhe destrói a consciência.
    A mim, quase me arrastam
    pela gola do paletó
    à porta do templo
    e me pedem que aguarde
    até que a Democracia
    se digne aparecer no balcão.
    Mas eu sei,
    porque não estou amedrontado
    a ponto de cegar, que ela tem uma espada
    a lhe espetar as costelas
    e o riso que nos mostra
    é uma tênue cortina
    lançada sobre os arsenais.
    Vamos ao campo
    e não os vemos ao nosso lado,
    no plantio.
    Mas no tempo da colheita
    lá estão
    e acabam por nos roubar
    até o último grão de trigo.
    Dizem-nos que de nós emana o poder
    mas sempre o temos contra nós.
    Dizem-nos que é preciso
    defender nossos lares,
    mas se nos rebelamos contra a opressão
    é sobre nós que marcham os soldados.
    E por temor eu me calo.
    Por temor, aceito a condição
    de falso democrata
    e rotulo meus gestos
    com a palavra liberdade,
    procurando, num sorriso,
    esconder minha dor
    diante de meus superiores.
    Mas dentro de mim,
    com a potência de um milhão de vozes,
    o coração grita – MENTIRA!

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3 Comments

  1. Rafael Mittelmann
    16 de julho de 2015 @ 21:40

    Para esclarecer o que foi comprado pela Assembléia:
    2.1. Nos termos da cláusula quinta da Minuta de Contrato (Anexo IV deste Edital), a licitante adjudicatária deste Pregão deverá fornecer os equipamentos biométricos para coleta de impressões digitais, registro de horários, nas seguintes quantidades:
    a) 12 (doze) equipamentos para registro de ponto com leitura biométrica, que não necessitam atender aos padrões da Portaria nº 1.510/2009 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), acompanhado do software de monitoramento com as funcionalidades destes;
    b) 01 (um) equipamento para registro de ponto com leitura biométrica no padrão exigido pela Portaria nº 1.510/2009 do MTE, acima citada, acompanhado do software de monitoramento com as funcionalidades deste;
    c) 02 (dois) leitores biométricos para coleta de impressões digitais, visando o cadastramento dos servidores de forma centralizada e online, acompanhado do software para tratamento e armazenamento de impressões digitais de monitoramento coletadas;
    d) 01 (um) software de gerenciamento dos registros de ponto e da base de dados.
    2.2. Incumbirá à adjudicatária, ainda, conforme o disposto na cláusula quinta da Minuta de Contrato (Anexo IV), a prestação dos seguintes serviços:
    a) serviço de instalação e configuração dos equipamentos e softwares relacionados nas alíneas do subitem anterior (subitem 2.1 deste Anexo);
    b) serviço de treinamento com vistas à instalação, manutenção e configuração dos equipamentos e softwares no ambiente de rede;
    c) serviço de treinamento com vistas à manutenção da base de dados referente aos servidores cadastrados e registros de horários no sistema de ponto;
    d) serviço de parametrização do sistema de ponto, propiciando o atendimento ao estabelecido na Resolução de Mesa nº 1.125/2012 desta ALRS e na Ordem de Serviço nº 03/2012 desta ALRS, e suas respectivas alterações, bem como normas da CLT.
    e) a licitante contratada deverá disponibilizar pelo menos 01 (um) técnico, durante o horário de expediente da ALRS, para acompanhar, assessorar e prestar suporte aos problemas que poderão ocorrer nos 02 (dois) primeiros dias de implantação do registro de horários em ponto eletrônico biométrico, para os servidores deste Poder Legislativo;
    f) serviço de assistência técnica durante período de garantia referido no item 4 deste Anexo;
    g) serviço de atualização tecnológica e/ou legal dos equipamentos e softwares durante o período de garantia;
    h) serviço de suporte visando o esclarecimento de dúvidas, via e-mail ou por telefone, durante o período de garantia.

  2. Rodrigo Ramos
    17 de julho de 2015 @ 12:38

    Se com tudo isto a Assembléia pagou R$ 54.000,00, este sistema da Câmara certamente contará com leitor de iris, escaneamento a laser e um cartões smart de alguma bandeira de crédito (à escolher entre master e visa) e um relógio ponto equivalente ao usado no Pentágono.

  3. Jorge Barcellos
    18 de julho de 2015 @ 00:24

    A descricao de Rafael desconstroi o argumento do presidente de que o programa a ser adquirido e diferente .parabens rafael

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  1. Rodrigo Ramos
    16 de julho de 2015 @ 10:42

    Como é gostoso mesmo culpar o Motta pelas coisas não? Mas neste caso seria uma injustiça e novamente uma falta de respeito aos servidores, como se fôssemos amadores irresponsáveis e descomprometidos com nosso trabalho. Há um desconhecimento, ou talvez algo mais patológico, da parte dos diretores de que a administração da Câmara deve ser continuada e não pode estar à mercê de mudanças políticas dos gestores. O resultado desta visão esquizofrênica é isto, obras que não andam, quando andam elas desconhecem o que foi feito antes e grande quantidade de processos e soluções paradas. É muito triste ver a que ponto chegamos.

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  1. Verônica Sol
    29 de junho de 2015 @ 20:40

    Bem esclarecedora esta informação. Todos os dias venho explicando para amigos e familiares, como funciona esta manobra para colocar a culpa das crises em cima do funcionalismo. Infelizmente a população não entende que os cortes na saúde, na segurança e na educação, é exatamente pra causar este furor da opinião pública contra os servidores, pra por a culpa na folha de pagamento. Enquanto as pessoas não entenderem como funciona esta engrenagem, não vão saber votar, não vão fazer esta turma entender que eles é que ganham muito sem fazer nada, e ainda aproveitam a viagem para explorar muitos Ccs, que suam a camiseta fazendo campanha…A perseguição ao servidor público está cada vez mais violenta, mas todos querem uma boquinha. Estudar para um concurso nem pensar, é muito pra cabeça. É mais fácil acreditar e sair espalhando tudo que a imprensa publica.

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  1. Jorge Loss
    13 de julho de 2015 @ 00:54

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