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  1. Renato Barbagli
    21 de dezembro de 2015 @ 21:15

    Pra variar vindo de um ptralha…só refez o contrato pq tinham pessoas sobre ele. ..senão seria outro roubo….como acontece no país inteiro ! Essa gentalha e um câncer no país e o único jeito de acabar com isso e o paredão…Malditos petistas! São os neo-nazi/fascistas…Se aproveitando das enormes te tas no estado brasileiro !!!!!

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  1. Jorge Loss
    3 de dezembro de 2015 @ 16:09

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  1. Jorge Barcellos
    1 de outubro de 2015 @ 20:10

    A página deve ser indicada para a leitura do Vereador Claudio Janta para esclarece-lo do processo de negociação, já que o mesmo questionou uma servidora a respeito. O texto é claro, bem documentado, e revela a angústia dos servidores frente e o descaso da administração para com seus trabalhadores. Deve ser reproduzido exaustivamente nas redes sociais com o objetivo de desmontar a imagem que está sendo construída sobre os servidores pela administração junto aos meios de comunicação: não, não somos vagabundos, ao contrário, dedicamo-nos ao legislativo; não, não rejeitamos o ponto, mas pedimos a discussão democrática de seu regramento. É pedir demais? . É preciso que seja dito que mesmo com as diversas obstruções oferecidas pela administração, ainda assim o Sindicato atendeu o que lhe foi pedido, aguardou prazos, na medida em que era necessário – e ainda é – manter a comunicação. E reconhece o valor da aprovação do projeto do efeito cascata, ainda que mantenha a suas diferenças com relação a politica de pessoal que está sendo adotada no legislativo. É importante insistir na necessidade da Presidência em receber o Sindicato e o documento – que a própria Presidência solicitou -como condição de andamento de negociações e solicitar uma posição. Na politica, ainda é importante a palavra dada e ira e rancor não são bons conselheiros. É importante também não esquecer a situação dos colegas estudantes, privados autoritáriamente de continuarem seus estudos, contrariando o discurso de valorização de pessoal construido ao longo de anos na Câmara e reiterado por todos os Presidentes anteriores do PT. Assim que o Regulamento sair, para retomar a comunicação com a administração, sugiro ao Sindicato que solicite uma audiência com a Direção Geral para que a mesma o apresente e faça o debate necessário, amplo e democrático sobre o Regulamento. A administração deve entender isso não como uma crítica a priori, mas como a necessidade de revisão permanente que o instrumento exige em função das diversas caracteristicas de trabalho da Câmara. Alias, vários servidores já apontaram no dia de hoje, questões de horário que a administração deve levar em consideração. Caso contrário, a administração terá problemas que não conseguirá resolver por absoluta base de fundamental legal. E se a Câmara não funcionar direito, o prejudicado é a sociedade. De quem será a culpa?Com a palavra, a adminstraçaõ.

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2 Comments

  1. Jorge Barcellos
    30 de setembro de 2015 @ 00:14

    A iniciativa merece aplausos. Os servidores são obrigados a seguir a lei. O sindicato representa os servidores. Desde o inicio manifestei meu descontentamento: a iniciativa é equivocada, retira responsabilidades das chefias imediatas, impessoaliza a relação administrativa, vai na contramão do uso do tempo das melhores corporações (Google, etc). Infelizmente vencido, que ao menos seja feita na legalidade administrativa da qual os servidores são guardiãos. O mundo fica menor quando máquinas controlam homens e não o contrário.

  2. Rodrigo Ramos
    30 de setembro de 2015 @ 12:14

    Muito bem colocado Jorge, mas agora é muito importante que saibamos como será o regramento para o ponto. Um assunto não exclui o outro. E é o regramento, mais do que a aquisição dos aparelhos que irá afetar a forma como organizamos nosso trabalho. Muito do que o Jorge coloca como consequências da implementação de controle eletrônico de efetividade, como por exemplo, qual será o grau de responsabilidade das chefias neste controle, dependem da forma como se organizarão as regras de registro. E mais devemos atentar para que estas regras sejam as mesmas independente do tipo de funcionário da CMPA, seja CC, efetivo, estagiário, etc.

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  1. Daniel Ramos II
    25 de julho de 2015 @ 05:45

    “EDUARDO ALVES DA COSTA é autor de alguns dos maiores e mais belos poemas da língua portuguesa. O fragmento de um deles, No Caminho, com Maiakóvski, sem dúvida o mais popular — transformado em bandeira contra a ditadura nos anos 70, em pôster, cartões postais, estampa de camiseta da campanha Diretas Já, mensagem massificada na Internet
    NO CAMINHO, COM MAIAKÓVSKI
    Assim como a criança
    humildemente afaga
    a imagem do herói,
    assim me aproximo de ti, Maiakósvki.
    Não importa o que me possa acontecer
    por andar ombro a ombro
    com um poeta soviético.
    Lendo teus versos,
    aprendi a ter coragem.
    Tu sabes,
    conheces melhor do que eu
    a velha história.
    Na primeira noite eles se aproximam
    e roubam uma flor
    do nosso jardim.
    E não dizemos nada.
    Na segunda noite, já não se escondem:
    pisam as flores,
    matam nosso cão,
    e não dizemos nada.
    Até que um dia,
    o mais frágil deles
    entra sozinho e nossa casa,
    rouba-nos a luz e,
    conhecendo nosso medo,
    arranca-nos a voz da garganta.
    E já não podemos dizer nada.
    Nos dias que correm
    a ninguém é dado
    repousar a cabeça
    alheia ao terror.
    Os humildes baixam a cerviz:
    e nós, que não temos pacto algum
    com os senhores do mundo,
    por temor nos calamos.
    No silêncio de meu quarto
    a ousadia me afogueia as faces
    e eu fantasio um levante;
    mas amanhã,
    diante do juiz,
    talvez meus lábios
    calem a verdade
    como um foco de germes
    capaz de me destruir.
    Olho ao redor
    e o que vejo
    e acabo por repetir
    são mentiras.
    Mal sabe a criança dizer mãe
    e a propaganda lhe destrói a consciência.
    A mim, quase me arrastam
    pela gola do paletó
    à porta do templo
    e me pedem que aguarde
    até que a Democracia
    se digne aparecer no balcão.
    Mas eu sei,
    porque não estou amedrontado
    a ponto de cegar, que ela tem uma espada
    a lhe espetar as costelas
    e o riso que nos mostra
    é uma tênue cortina
    lançada sobre os arsenais.
    Vamos ao campo
    e não os vemos ao nosso lado,
    no plantio.
    Mas no tempo da colheita
    lá estão
    e acabam por nos roubar
    até o último grão de trigo.
    Dizem-nos que de nós emana o poder
    mas sempre o temos contra nós.
    Dizem-nos que é preciso
    defender nossos lares,
    mas se nos rebelamos contra a opressão
    é sobre nós que marcham os soldados.
    E por temor eu me calo.
    Por temor, aceito a condição
    de falso democrata
    e rotulo meus gestos
    com a palavra liberdade,
    procurando, num sorriso,
    esconder minha dor
    diante de meus superiores.
    Mas dentro de mim,
    com a potência de um milhão de vozes,
    o coração grita – MENTIRA!

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  1. Rafael Mittelmann
    16 de julho de 2015 @ 21:40

    Para esclarecer o que foi comprado pela Assembléia:
    2.1. Nos termos da cláusula quinta da Minuta de Contrato (Anexo IV deste Edital), a licitante adjudicatária deste Pregão deverá fornecer os equipamentos biométricos para coleta de impressões digitais, registro de horários, nas seguintes quantidades:
    a) 12 (doze) equipamentos para registro de ponto com leitura biométrica, que não necessitam atender aos padrões da Portaria nº 1.510/2009 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), acompanhado do software de monitoramento com as funcionalidades destes;
    b) 01 (um) equipamento para registro de ponto com leitura biométrica no padrão exigido pela Portaria nº 1.510/2009 do MTE, acima citada, acompanhado do software de monitoramento com as funcionalidades deste;
    c) 02 (dois) leitores biométricos para coleta de impressões digitais, visando o cadastramento dos servidores de forma centralizada e online, acompanhado do software para tratamento e armazenamento de impressões digitais de monitoramento coletadas;
    d) 01 (um) software de gerenciamento dos registros de ponto e da base de dados.
    2.2. Incumbirá à adjudicatária, ainda, conforme o disposto na cláusula quinta da Minuta de Contrato (Anexo IV), a prestação dos seguintes serviços:
    a) serviço de instalação e configuração dos equipamentos e softwares relacionados nas alíneas do subitem anterior (subitem 2.1 deste Anexo);
    b) serviço de treinamento com vistas à instalação, manutenção e configuração dos equipamentos e softwares no ambiente de rede;
    c) serviço de treinamento com vistas à manutenção da base de dados referente aos servidores cadastrados e registros de horários no sistema de ponto;
    d) serviço de parametrização do sistema de ponto, propiciando o atendimento ao estabelecido na Resolução de Mesa nº 1.125/2012 desta ALRS e na Ordem de Serviço nº 03/2012 desta ALRS, e suas respectivas alterações, bem como normas da CLT.
    e) a licitante contratada deverá disponibilizar pelo menos 01 (um) técnico, durante o horário de expediente da ALRS, para acompanhar, assessorar e prestar suporte aos problemas que poderão ocorrer nos 02 (dois) primeiros dias de implantação do registro de horários em ponto eletrônico biométrico, para os servidores deste Poder Legislativo;
    f) serviço de assistência técnica durante período de garantia referido no item 4 deste Anexo;
    g) serviço de atualização tecnológica e/ou legal dos equipamentos e softwares durante o período de garantia;
    h) serviço de suporte visando o esclarecimento de dúvidas, via e-mail ou por telefone, durante o período de garantia.

  2. Rodrigo Ramos
    17 de julho de 2015 @ 12:38

    Se com tudo isto a Assembléia pagou R$ 54.000,00, este sistema da Câmara certamente contará com leitor de iris, escaneamento a laser e um cartões smart de alguma bandeira de crédito (à escolher entre master e visa) e um relógio ponto equivalente ao usado no Pentágono.

  3. Jorge Barcellos
    18 de julho de 2015 @ 00:24

    A descricao de Rafael desconstroi o argumento do presidente de que o programa a ser adquirido e diferente .parabens rafael

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