Monthly Archives: setembro 2015

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  1. Jorge Barcellos
    1 de outubro de 2015 @ 20:10

    A página deve ser indicada para a leitura do Vereador Claudio Janta para esclarece-lo do processo de negociação, já que o mesmo questionou uma servidora a respeito. O texto é claro, bem documentado, e revela a angústia dos servidores frente e o descaso da administração para com seus trabalhadores. Deve ser reproduzido exaustivamente nas redes sociais com o objetivo de desmontar a imagem que está sendo construída sobre os servidores pela administração junto aos meios de comunicação: não, não somos vagabundos, ao contrário, dedicamo-nos ao legislativo; não, não rejeitamos o ponto, mas pedimos a discussão democrática de seu regramento. É pedir demais? . É preciso que seja dito que mesmo com as diversas obstruções oferecidas pela administração, ainda assim o Sindicato atendeu o que lhe foi pedido, aguardou prazos, na medida em que era necessário – e ainda é – manter a comunicação. E reconhece o valor da aprovação do projeto do efeito cascata, ainda que mantenha a suas diferenças com relação a politica de pessoal que está sendo adotada no legislativo. É importante insistir na necessidade da Presidência em receber o Sindicato e o documento – que a própria Presidência solicitou -como condição de andamento de negociações e solicitar uma posição. Na politica, ainda é importante a palavra dada e ira e rancor não são bons conselheiros. É importante também não esquecer a situação dos colegas estudantes, privados autoritáriamente de continuarem seus estudos, contrariando o discurso de valorização de pessoal construido ao longo de anos na Câmara e reiterado por todos os Presidentes anteriores do PT. Assim que o Regulamento sair, para retomar a comunicação com a administração, sugiro ao Sindicato que solicite uma audiência com a Direção Geral para que a mesma o apresente e faça o debate necessário, amplo e democrático sobre o Regulamento. A administração deve entender isso não como uma crítica a priori, mas como a necessidade de revisão permanente que o instrumento exige em função das diversas caracteristicas de trabalho da Câmara. Alias, vários servidores já apontaram no dia de hoje, questões de horário que a administração deve levar em consideração. Caso contrário, a administração terá problemas que não conseguirá resolver por absoluta base de fundamental legal. E se a Câmara não funcionar direito, o prejudicado é a sociedade. De quem será a culpa?Com a palavra, a adminstraçaõ.

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  1. Jorge Barcellos
    30 de setembro de 2015 @ 20:18

    A aprovação é uma boa noticia no mar de más noticias que envolvem o parlamento. Entre projetos não realizados e recursos disperdiçados, a atuação do Sindicato foi essencial e todos os colegas estão de parabéns. A tomada de decisão pela aprovação, feita pelos vereadores, renova a esperança no parlamento, a de que pode ser uma instituição capaz de buscar a justiça social. É também o momento em que o discurso dos vereadores em defesa do servidor se tornou o que deve ser, uma prática, e não apenas um discurso. Estão de parabéns os Edis. Mas os servidores devem continuar em alerta, buscando construir uma câmara melhor, mais participativa, dentro da legalidade, com investimento em educação e cultura, contornando eventuais posturas autoritárias de gestores de ocasião e que nada contribuem para o bom funcionamento da instituição. Os cidadãos esperam apenas isto: que a Câmara funcione. E os servidores, apenas isto: que seus gestores os ouçam. Ainda há muito a fazer para construir a uma Câmara Cidadã, este é apenas o começo.

  2. Marcia Ribeiro Miranda
    1 de outubro de 2015 @ 12:00

    Quero parabenizar os colegas que não negaram forças, para realizar esse trabalho. Garantindo a todos os servidores a manutenção dos seus ganhos. Que fique na memória esse fato, como reconhecimento ao trabalho realizado por alguns (poucos) em prol de todos.

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  1. Jorge Barcellos
    30 de setembro de 2015 @ 00:14

    A iniciativa merece aplausos. Os servidores são obrigados a seguir a lei. O sindicato representa os servidores. Desde o inicio manifestei meu descontentamento: a iniciativa é equivocada, retira responsabilidades das chefias imediatas, impessoaliza a relação administrativa, vai na contramão do uso do tempo das melhores corporações (Google, etc). Infelizmente vencido, que ao menos seja feita na legalidade administrativa da qual os servidores são guardiãos. O mundo fica menor quando máquinas controlam homens e não o contrário.

  2. Rodrigo Ramos
    30 de setembro de 2015 @ 12:14

    Muito bem colocado Jorge, mas agora é muito importante que saibamos como será o regramento para o ponto. Um assunto não exclui o outro. E é o regramento, mais do que a aquisição dos aparelhos que irá afetar a forma como organizamos nosso trabalho. Muito do que o Jorge coloca como consequências da implementação de controle eletrônico de efetividade, como por exemplo, qual será o grau de responsabilidade das chefias neste controle, dependem da forma como se organizarão as regras de registro. E mais devemos atentar para que estas regras sejam as mesmas independente do tipo de funcionário da CMPA, seja CC, efetivo, estagiário, etc.

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